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MM Arquitectos

Polana Mar

Hotel Polana –  Maputo

4.810 m2

Equipa Técnica
Maria Menezes
Ana Castro, Joana Botas

Conclusão de Projecto
Março 2015

Este projecto tratou-se de uma intervenção de reabilitação do edifício Polana Mar, no Hotel Polana em Maputo – Moçambique, nomeadamente a nível dos espaços interiores e caixilharias exteriores .

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Polana Mar

Hotel Polana –  Maputo

4.810 m2

Equipa Técnica
Maria Menezes
Ana Castro, Joana Botas

Conclusão de Projecto
Março 2015

Este projecto tratou-se de uma intervenção de reabilitação do edifício Polana Mar, no Hotel Polana em Maputo – Moçambique, nomeadamente a nível dos espaços interiores e caixilharias exteriores . O edifício tinha vindo a sofrer ao longo dos anos diversas intervenções, pretendendo-se desta feita uniformizá-lo, regularizando os níveis de intervenção.

O Polana Mar apresenta-se de forma quase invísivel para o edifício principal do hotel, abaixo do nível da piscina. Adapta-se perfeitamente à encosta, tendo apenas 3 pontos de acesso no piso térreo – um central e dois laterais – compostos pelos núcleos de escadas. Todos os pisos são diferentes. O piso -1 – que denominamos de piso 4, por ter os quartos 400 – tem 23 quartos com vista mar, sendo que os corredores e zonas técnicas ficam junto à encosta. Por esta razão, a iluminação dos corredores era bastante fraca, já que só existia iluminação zenital o que significava que se deveria ter uma especial atenção à iluminação artificial. O piso -2 – denominado por piso 5 – com quartos com vista mar, aproveitava a existência de um pátio central para ter quartos voltados para o mesmo. É o piso maior, com 30 quartos. O piso -3 – denominado por piso 6 – tem apenas 15 quartos, uma vez que só existia em metade da área do edifício.

A maior intervenção que se faz nas zonas comuns diz respeito à compartimentação corta-fogo introduzida e que vem aumentar a segurança contra incêndios no edifício.

Os quartos encontravam-se ultrapassados em termos de “look” e precisavam de uma intervenção. A proposta passou por mudar os revestimentos cerâmicos mais antigos – para que pudessem ficar semelhantes aos da última intervenção, bem como recuperar todas as pinturas de paredes e vernizes do chão e rodapés.

Para que houvesse um maior conforto por parte do cliente, todas as portas foram substituídas por portas acústicas e contra-incêndios.

Existiram algumas intervenções ao nível de alvenarias, nos quartos mais antiquados, os quais se pretendeu que tivessem um aspecto semelhante aos demais. Toda a restante intervenção passou pela decoração e não pela arquitectura propriamente dita.

De forma a regularizar e uniformizar o aspecto exterior do edifício, foram substituídos todos os vãos exteriores sendo que a qualidade apresentada nas intervenções anteriores não era satisfatória. Foram então substituídos todos os vãos existentes por caixilhos de alumínio à cor dos do edifício principal – creme.